TRABALHO SILENCIOSO | Fatos contestam movimentos contrários à Justiça do Trabalho, diz Ives Gandra

 

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Ives Gandra Martins Filho, afirmou que os fatos contestam manifestações recentes de autoridades contrárias à Justiça do Trabalho.

Em resposta às novas críticas, Ives Gandra Filho ressaltou que o Judiciário Trabalhista presta à sociedade um serviço “relevantíssimo e de qualidade”, reconhecido formalmente pelo Conselho Nacional de Justiça com a outorga do Selo Justiça em Números na categoria Diamante.

O título leva em conta, entre outros aspectos, o nível de informatização do tribunal, o uso de relatórios estatísticos para o planejamento estratégico e o cumprimento de resoluções do CNJ alinhadas à gestão da informação.

Em sessão da Subseção 2 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-2) na última terça-feira (21/11), o presidente do TST lembrou que a Justiça do Trabalho é o único ramo do Judiciário que já está 100% informatizado, com o processo judicial eletrônico (PJe) em operação em todas as suas unidades e instâncias.

“Ao entrarmos totalmente no processo eletrônico, proporcionamos ao brasileiro de qualquer parte poder peticionar eletronicamente em qualquer lugar que estiver, responder, contestar, recorrer através do sistema”, afirmou.

O ministro voltou a destacar que a Justiça do Trabalho é uma justiça silenciosa, sobretudo quando compõem dissídios coletivos que impedem a eclosão de greves em serviços essenciais.

“Se as pessoas têm podido viajar nos finais de ano, receber encomendas pelos Correios, ter os portos, os transportes coletivos e o metrô funcionando, além de outros serviços públicos e privados, é graças ao trabalho silencioso da Justiça do Trabalho na composição de conflitos coletivos em âmbito nacional e regional. Esse é o serviço que prestamos à sociedade brasileira”, concluiu. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST. 

 

Fonte: ConJur

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