Lançada no STF a revista do Instituto Innovare


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, conduziu ontem, no Hall dos Bustos da Corte, a cerimônia de lançamento da Revista Innovare, que contou com a presença de demais ministros do STF. A publicação tem o objetivo de divulgar o acervo de práticas que contribuem para o aprimoramento da Justiça no Brasil. Foram impressos 10 mil exemplares.

Anualmente o Instituto Innovare premia as melhores práticas realizadas por magistrados, membros do Ministério Público estadual e federal, defensores públicos e advogados públicos e privados de todo Brasil que estejam aumentando a qualidade da prestação jurisdicional e contribuindo com a modernização da Justiça Brasileira. Este ano, os temas da VIII edição do Premio Innovare são: Justiça e Inclusão Social e Combate ao Crime Organizado. A divulgação dos vencedores será em dezembro.

Desde 2004, já passaram pela comissão julgadora do Innovare mais de três mil práticas, vindas de todos os estados do País. O presidente do STF, ministro Cezar Peluso, afirmou que a publicação traz um histórico do instituto e dos projetos que foram premiados por trazer maior eficiência ao Judiciário, não apenas no campo jurisdicional mas em todas as áreas ligadas ao serviço de Justiça.

“Nos sentimos lisonjeados com o fato de podermos mais uma vez sediar este evento importante ligado ao Instituto Innovare, que tem contribuído de modo muito direto para o aprimoramento do Judiciário brasileiro”, disse Peluso. Segundo o presidente do Conselho Superior do Instituto Innovare, Márcio Thomaz Bastos, a revista surgiu da necessidade de sistematizar o acervo de informações do instituto.

“Sentimos que já tínhamos, depois de oito anos, uma massa crítica acumulada que merecia ser divulgada de uma forma sistematizada. A revista não é um periódico, não vai sair todo mês, mas somente quando sentirmos de novo esta necessidade de comunicação. Os dez mil exemplares da revista serão distribuídos a todos aqueles que trabalham com Direito e às instituições que lidam com questões jurídicas”, explicou Thomaz Bastos.

Fonte: Assessoria do STF

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