Presidente do TJAM conhece nova matriz energética do Amazonas

O presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), desembargador João Simões, teve acesso hoje, 30/03, ao quadro geral da matriz energética do Amazonas, da produção ao consumo, passando pela conversão das Usinas Termoelétricas (UTE) para as Unidades Geradoras (UG) movidas a gás e o potencial a ser gerado com a chegada do Linhão de Tucuruí. A exposição foi feita pelo diretor de Geração e Transmissão da Eletrobras Amazonas Energia, Tarcísio Estefano Rosa – que também acumula a Diretoria de Operação -, durante visita do desembargador à Usina Termoelétrica de Mauá, no Distrito Industrial.

Durante aproximadamente uma hora e meia, Simões assistiu a um painel sobre o Linhão de Tucuruí, os produtores independentes, as potencialidades de geração da UHE de Balbina (250 MW), UTEs de Mauá, Aparecida (170nw), Tambaqui (60 MW), Manauara (60 MW), Jaraqui (60 MW)que se encontrava em fase de conversão para o gás.
Durante a exposição, Tarcísio Estefano informou que no momento uma empresa canadense realiza prospecções no fundo do lago de Balbina para estudar se é viável, rentável e ecologicamente correta a retirada da madeira que se encontra submersa.
De acordo com o diretor da Amazonas Energia, com a mudança para a nova matriz energética, em virtude da utilização do gás natural em substituição aos combustíveis líquidos derivados de petróleo utilizados atualmente, haverá menor consumo de óleo combustível e consequentemente, redução na emissão de monóxido de carbono na atmosfera.
— Isso significa dizer que Manaus terá, nos próximos dias, mais qualidade e confiabilidade no sistema elétrico. E também, com a entrada desta segunda unidade geradora consumindo gás natural, podemos salientar que iniciamos a produção de uma energia mais limpa, o que representa atender cerca de 75 mil residências, ou seja, aproximadamente 300 mil pessoas com este novo combustível -, declarou Rosa.
Com 50 MW de potência, a Eletrobras Amazonas Energia já opera com a segunda Unidade Geradora (UG) de energia elétrica movida a gás natural, proveniente da Bacia de Urucu. A nova usina vem operando comercialmente desde o último dia 21/03. No total são produzidos 100 MW de energia a gás no Parque Energético de Mauá, já que no dia 17 de janeiro deste ano, a concessionária anunciou a entrada em operação da primeira unidade própria de geração a gás também na Usina Termoelétrica (UTE) Mauá. Com a conversão das duas unidades geradoras a gás (TG-07 e TG-08) deixam de consumir cerca de 820 mil litros de combustível diariamente.
— Isso significa que além da empresa estar contribuindo com o meio ambiente deixando de poluir, também aumenta em quase duas vezes mais, a capacidade de vida útil das máquinas -, afirmou Tarcísio.\
UMA VISÃO DIFERENTE
No final da visita, ao falar sobre a impressão que leva da nova matriz energética do Amazonas, João Simões disse que, como consumidor eu tinha uma visão diferente da realidade que foi mostrada hoje, “porque percebemos que a Amazonas Energia é uma empresa que está preparada para gerar e entregar energia, mais do que suficiente da demanda atual”.
— Isso nos conforta e nos tranquiliza. Como presidente do Tribunal é um prazer, uma honra estarmos aqui conhecendo este serviço público da mais alta qualidade, e saber que a empresa está preocupada não só em gerar energia para a capital, mas também em abastecer todo o interior do Estado. O presidente do TJAM disse também que a Amazonas Energia está preocupada com os programas que levam desenvolvimento, energia e esperança àqueles brasileiros que moram nas localidades mais longínquas do Estado do Amazonas.
— Portanto, é bom como amazonense saber que existem administradores preocupados com o que acontece em nosso Estado. O Amazonas, que ocupa quase 1/5 do território nacional, e como todos sabem aqui é o Estado menos devastado. Ou seja, menos de 2% das florestas foram derrubados. Portanto, é justo e necessário que todo o Brasil se preocupe com o Amazonas. Quero parabenizar todos os dirigentes da Amazonas Energia pelo trabalho de desenvolvimento em nossa região – afirmou o desembargador.

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