Justiça proíbe venda de Playboy com suposta ex de Neymar

Em meio à Copa do Mundo, Neymar conquistou mais uma vitória. O atacante da Seleção Brasileira ganhou na Justiça a ação que movia contra a revista Playboy, que usou seu nome na capa da edição de junho associado à imagem de Patricia Jordane, suposto ex-affair do jogador.

A decisão veio da 3ª Vara Cível de São Paulo, que determinou a “suspensão imediata da edição e venda de novos exemplares” da revista masculina.

Em nota publicada em seu site, Neymar diz que a publicação masculina divulga “uma mentira sobre a vida pessoal” do atacante, além de utilizar indevidamente o seu nome, sem autorização NR Sports, empresa detentora dos direitos de exploração da imagem, nome e seus atributos.

Ainda segundo a determinação da justiça, a Editora Abril terá de retirar das bancas todos os exemplares da publicação que estão à disposição. A Playboy também está proibida de veicular a campanha publicitária com a capa da revista que traz a frase “a morena que encantou Neymar”.

Caso a decisão judicial não seja cumprida, a editora poderá que pagar multa no valor de R$ 10 mil por dia.

Affair

Patrícia Jordane, uma jovem morena de belas curvas, fez um ensaio sensual para a revista e deu declarações afirmando que viveu um rápido romance com Neymar na virada do ano de 2012 para 2013.

Na época, o jogador já tinha um relacionamento com a atriz e atual namorada Bruna Marquezine, que só veio a público meses depois, no período do Carnaval.

Apesar de Neymar negar qualquer relação com Patrícia, a moça já divulgou uma foto ao lado do jogador e afirmou que Bruna voi traída por Neymar. Segundo ela, o caso entre eles durou até o Carnaval, quando o jogador assumiu a relação com a atriz.

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